A Honda NC750X 2027 chega às concessionárias em novembro com preços a partir de R$ 57.190 e uma nova opção azul. A diferença de R$ 5.380 entre as versões MT e DCT coloca a transmissão como principal decisão de compra, já que a cor também estará disponível nas duas.
A linha mantém o motor bicilíndrico de 745 cm³ e 58 cv. Também conserva o compartimento dianteiro de 23 litros, capaz de acomodar um capacete integral. Para quem usa a moto na cidade e em viagens, esses itens pesam mais no cotidiano do que a atualização visual.
Honda NC750X 2027: preços e versões MT e DCT
A Honda NC750X 2027 custa R$ 57.190 na versão MT e R$ 62.570 na DCT, com valores sugeridos para São Paulo e sem frete ou seguro. A diferença de R$ 5.380 paga a transmissão de dupla embreagem, que automatiza as trocas e também permite seleção manual pelos comandos no punho esquerdo.
| Versão | Preço sugerido | Transmissão |
|---|---|---|
| NC750X MT | R$ 57.190 | Manual de seis marchas |
| NC750X DCT | R$ 62.570 | Dupla embreagem, automática ou manual |

Foto: Honda/Divulgação
A DCT chegou à NC750X no Brasil em 2022. No trânsito carregado, elimina o acionamento constante da embreagem; em estradas, o piloto ainda pode escolher as marchas manualmente. A MT preserva o comando convencional e custa menos.
Entre as alternativas do segmento estão a BMW F 800 GS e a Suzuki V-Strom 800. A escolha pede comparação de preço final, equipamentos e proposta de uso nas concessionárias: os valores atuais dessas rivais não estão confirmados nos dados disponíveis para esta matéria.
Motor, autonomia e equipamentos da NC750X
O motor de dois cilindros e 745 cm³ entrega 58 cv a 6.750 rpm e 7 kgfm a 4.750 rpm. O tanque de 14,1 litros pode permitir mais de 300 km de autonomia, segundo a Honda; o alcance real varia conforme ritmo, carga e condições de uso.

Foto: Honda/Divulgação
Acelerador eletrônico e modos de pilotagem ampliam as opções de ajuste. A NC750X também mantém o controle de tração HSTC, com três níveis de intervenção e possibilidade de desligamento.
- Os modos Sport, Standard e Rain alteram a resposta da moto para diferentes condições de pilotagem.
- Dois modos User permitem personalizar os ajustes disponíveis para cada piloto.
- O painel TFT de cinco polegadas e a iluminação em LED permanecem na linha 2027.
Para o uso brasileiro, a autonomia declarada pode reduzir paradas em trajetos rodoviários, mas não substitui o planejamento de abastecimento. O consumo não foi informado nos dados consultados, então não há base para calcular o custo por quilômetro.
Nova cor azul e compartimento de 23 litros
A principal mudança visual é a pintura Mat Noturno Blue Metallic, chamada de Azul Metálico. Ela se junta ao Vermelho Perolizado e estará disponível nas configurações MT e DCT. As mudanças de desenho da linha, assim como o painel TFT e os dois discos dianteiros de 296 mm, já haviam estreado no ano-modelo 2026.

Foto: Honda/Divulgação
O compartimento de 23 litros fica entre o guidão e o banco, no espaço normalmente ocupado pelo tanque. A capacidade para um capacete integral facilita guardar o equipamento ao estacionar, sem depender de um baú instalado na traseira.
A solução usa a inclinação de 55 graus dos cilindros para a frente, que libera espaço à frente do piloto. É um diferencial prático da NC750X para deslocamentos urbanos, embora o compartimento não substitua bagagem maior em viagens.
Garantia, revisões e custo de propriedade
A Honda oferece garantia de três anos sem limite de quilometragem e assistência gratuita pelo Honda Assistance durante o período. O serviço cobre Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.
A primeira revisão está prevista para 1.000 km ou seis meses. Depois, a manutenção ocorre a cada 6.000 km ou seis meses. Para calcular o custo de propriedade, vale pedir à concessionária o preço das revisões e somar frete, seguro e despesas de documentação ao valor sugerido.
Quem acompanha as novidades de duas rodas pode ler também sobre a Ducati Desmo450 MX 2026 e consultar outras notícias de motos.
Escolha a transmissão pelo uso diário
A atualização 2027 amplia a paleta, mas preserva o conjunto mecânico. A decisão entre MT e DCT depende da rotina: a primeira reduz o preço de entrada; a segunda cobra R$ 5.380 a mais pela conveniência de trocar marchas sem manete de embreagem.
Antes de fechar negócio, compare o preço final das duas versões e faça um test-ride, se disponível. Para você, a praticidade da DCT justifica a diferença ou a troca manual continua sendo parte da experiência?
